Nome de Wagner Ramos aparece na ‘lista suja’

Tangará em Foco 02/08/2018 Política
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A procuradora-geral da República (PGR), Raquel Dodge, retificou citação dos deputados de Mato Grosso que sofrem inquéritos, ou mesmo já foram condenados, pela Justiça comum ou eleitoral. Dentre eles, figura o nome do tangaraense Wagner Ramos (PSD), pré-candidato a reeleição, apontado como membro de esquema durante o Governo Silval Barbosa.
Saturnino Masson (PSDB) chegou a ter o nome na lista, mas foi retirado, pois a procuradora entendeu que a condenação do deputado tucano é de natureza cível e não criminal, diferentemente do que ela havia argumentado na manifestação anterior.
Os dados constam do parecer contrário a soltura do deputado estadual Mauro Savi (DEM), preso desde o dia 9 de maio de 2018 após deflagração da operação “Bônus” (2ª fase da “Bereré”).
 A lista com os deputados estaduais informa que a maioria deles sofre inquéritos decorrentes da operação “Ararath” – deflagrada inicialmente em dezembro de 2011, e que apura um esquema de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional que movimentou cerca de R$ 500 milhões, segundo a Polícia Federal.
Sofrem inquéritos na Ararath os deputados estaduais Adalto de Freitas (Patriotas), Baiano Filho (PSDB), Dilmar Dal Bosco (DEM), o presidente da AL-MT, Eduardo Botelho (DEM), Guilherme Maluf (PSDB), Janaina Riva (MDB), Nininho (PSD), Oscar Bezerra (PSB), Pedro Satélite (PSD), Romoaldo Junior (MDB), Sebastião Rezende (PSC), Silvano Amaral (MDB), Wagner Ramos (PSD), José Domingos Fraga (PSD), além do próprio Mauro Savi.
Os também parlamentares Zeca Viana (PDT) e Wancley Carvalho (PV) são alvos de inquéritos que apuram uso de documento falso e peculato – assim como Eduardo Botelho. O deputado Allan Kardec (PDT) também é investigado por suposta compra de votos.
Com Gazeta Digital e Folha Max

 

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