Construção de Socioeducativo em Tangará não tem data para ocorrer

Redação DS 10/08/2018 Polícia
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A Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) entrou com um pedido de intervenção federal em Mato Grosso por conta dos descumprimentos de decisões judiciais por parte do governador Pedro Taques (PSDB) em relação à construção de novas unidades do Sistema Socioeducativo. Atualmente, a justiça já bloqueou mais de R$ 30 milhões das contas do Estado.
Há exatamente um ano, a  pedido da juíza da Vara da Infância e Juventude da comarca de Tangará da Serra, Leilamar Aparecida Rodrigues, o secretário à época de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), coronel Airton Benedito Siqueira Júnior, esteve em Tangará da Serra para apresentar o projeto de construção da unidade.
O  projeto original prevê 45 vagas, mas com os recursos parcos, foi feita uma adequação, o que faria a obra cair para R$ 5,5 milhões. Já o valor do projeto total gira em torno de R$ 8 milhões.
Em abril deste ano, a juíza Gleide Bispo Santos, da 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, determinou o bloqueio de R$ 31,5 milhões. Deste valor, R$ 15 milhões seriam para a construção de uma unidade socioeducativa em Tangará da Serra, outros R$ 15 milhões para Sinop e R$ 1,5 milhão para a conclusão da reforma do Complexo Pomeri, em Cuiabá.
Segundo informado, não há previsão no plano para a construção de unidade socioeducativa no polo de Tangará da Serra.

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