Bastidores da Política

Redação DS 14/10/2018 Bastidores da Politica

Wagner Ramos

Com pouco mais de 8 mil votos, o deputado estadual Wagner Ramos (PSDB) creditou o fracasso nas urnas a três motivos. São eles: a delação do ex-governador Silval Barbosa, o interesse do cidadão por renovação e o fraco desempenho de Pedro Taques, que deixou Tangará da Serra, seu reduto político abandonado.  


Ficou triste

Em seu discurso na primeira sessão da Assembleia Legislativa após a eleição,  Ramos disse que ficou triste com o resultado das urnas. “Vou procurar à  Justiça para poder fazer com que se julgue e analise isso o mais rápido possível para que possamos voltar para casa com a cabeça erguida, como sempre fizemos”, disse referindo-se a denúncia.


Citado

Ramos, que vem de dois mandatos na Assembleia Legislativa esteve na base de sustentação de Taques durante a atual legislatura. No ano passado ele foi um dos citados na delação premiada do ex-governador Silval Barbosa, que o acusou de ser um dos parlamentares beneficiados com o pagamento de propina.


Sangue novo

Em seu lugar, o eleitor da cidade de Tangará optou pelo médico João José de Matos, o ‘Dr. João’, eleito com 19,8 mil votos, muitos vindo do Município. Ainda no discurso, Wagner  parabenizou o candidato. “Queria desejar boa sorte ao deputado eleito de Tangará, o Dr, João, espero que ele faça um bom trabalho”, concluiu.


Arquivado

A pedido da Procuradoria-Geral da República, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou na última quinta-feira, 11, um inquérito embasado na delação da Odebrecht que cita o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Maggi (PP), e o ex-governador de Mato Grosso do Sul José Orcírio Miranda, o Zeca do PT.


Dezenove não são reeleitos em Mato Grosso

Mais da metade das 35 vagas em disputa no Estado na eleição do dia 7 de outubro serão ocupadas a partir do ano que vem por caras novas, comprovando que o cidadão mato-grossense estava descontente com o atual cenário político. As maiores mudanças aconteceram na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, que teve menos de 1% de reeleitos. Ao todo, das 35 vagas houve apenas 16 reeleições e 19 mudanças. No senado não houve políticos tentando reeleição. Já na Câmara Federal, apenas o deputado federal Carlos Bezerra (MDB) se reelegeu.

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