Ações de combate a Aids e HIV seguem até o final do mês

Rosi Oliveira / Redação DS 03/12/2018 Saúde

Durante todo o mês CTA/SAE continuará com a campanha

A doença tem crescido no Município

Como parte das atividades do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, 1º de Dezembro, o Centro de Testagem e Aconselhamento e Serviço de Atendimento Especializado (CTA/SAE), está realizando ações de conscientização para o risco de transmissão do vírus HIV, que somente em Tangará da Serra até final de novembro registrou 28 novos casos.


Com vistas a alertar, conscientizar e também de combater a doença, o Centro de Testagem realizou na sexta-feira, 30, o Dia D, quando 820 testes foram realizados segundo  a enfermeira Cláudia Cunha, coordenadora do CTA/SAE na Unemat. “Fizemos diferente esse anos e ao invés de irmos para as ruas, fomos para dentro da Unemat e ali realizamos os testes rápidos em 205 pessoas e cada uma delas fez os quatro testes, Sífilis, Aids e Hepatite B e C, o que totaliza 820 testes, uma participação maciça”, frisou.


Ainda conforme a coordenadora, a doença tem crescido no Município, o que causa bastante preocupação, sendo evidenciada em uma faixa que quase não se via.“Temos muitos casos sendo registrados e entre um público que quase não tinha, os idosos, então é preocupante”, ressalta.


Na luta no combate à doença, durante todo o mês de dezembro o Centro de Testagens continuará com a campanha, portanto, todos os interessados em realizar os testes podem se deslocar ao CTA/SAE onde serão atendidos de forma individualizada e totalmente sigilosa. “Estaremos até o final do mês realizando os testes e esperamos que a população procure o atendimento”, convida a responsável. “Estaremos sempre com pelo menos dois profissionais prontos para atender a população que nos procurar”, garantiu a enfermeira.


Assim como em Tangará, Cuiabá e Rondonópolis também tiveram aumento da doença chegando a ficar entre as 100 cidades do país com mais casos de Aids e HIV.


Os dois municípios ocupam, respectivamente, a 42ª e 16ª posição no ranking que considera os casos de 2013 a 2017. Os três primeiros lugares no ranking nacional são ocupados por cidades do Rio Grande do Sul.

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