Candidatos de MT terão que reduzir gastos em 2018

Redação DS 03/05/2018 Política

O Palácio Paiaguás, sede do Governo de Mato Grosso

Política

Boa parte dos candidatos em Mato Grosso terá que reduzir drasticamente seus gastos com campanha na eleição deste ano, numa comparação com 2014.
Uma resolução aprovada pelo TSE em fevereiro deste ano, dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos e candidatos.
O limite para os que vão concorrer ao Palácio Paiaguás, por exemplo, é de até R$ 5,6 milhões. O montante é bem inferior ao que foi gasto, por exemplo, pelo governador Pedro Taques. Em 2014, ele declarou despesas na ordem de R$ 29,6 milhões. Assim como para o cargo de governador, o limite de gastos aos postulantes ao Senado foi definido de acordo com o número de eleitores de cada Estado, a ser apurado no dia 31 de maio deste ano.
Na última eleição, Mato Grosso teve 2.264.130 eleitores aptos a votar.
Desta forma, o teto para gastos dos concorrentes ao Senado será de até R$ 3 milhões.
Eleito em 2014, o senador Wellington Fagundes (PR) declarou à Justiça Eleitoral mais de R$ 8,7 milhões em despesas.
CÂMARA - Já os candidatos a deputado federal podem gastar no máximo até R$ 2,5 milhões. São eles: Adilton Sachetti (PRB), com despesas da ordem de R$ 3,8 milhões; Fabio Garcia (DEM), que também gastou pouco mais de R$3,8 milhões; e Ezequiel Fonseca (PP), que teve despesa superior a R$ 2,5 milhões.

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