Governador exonera 16 para serem candidatos

Redação 10/04/2018 Política
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O governador Pedro Taques (PSDB) exonerou no último sábado, 7 de abril, pelo menos 16 assessores do primeiro ao quarto escalão do governo de Mato Grosso. O motivo foi o prazo final para desincompatibilização de cargos, por determinação da Lei Eleitoral 13.488/2017 (antiga 9.507/97), para os que desejam disputar mandato eletivo, em outubro deste ano. Nem todos os substitutos estão definidos e alguns ficarão temporariamente, até que o governador Pedro Taques escolha o novo titular.
Na antevéspera da data-limite, o vice-governador Carlos Fávaro, presidente regional do PSD, renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado da República por Mato Grosso. Ele estava há meses em rota de colisão com o chefe do Poder Executivo.
Em cumprimento ao prazo final para os secretários e outros ocupantes de cargos no governo se desincompatibilizarem, Taques exonerou os que desejam disputar as eleições. O prazo é de seis meses antes do pleito, marcado para o dia 7 de outubro.
Os deputados Wilson Santos (PSDB), secretário de Estado das Cidades, e Max Russi (PSB), chefe da Casa Civil, retornaram para a Assembleia Legislativa, para disputar a reeleição.
Os secretários Marco Aurélio Marrafon, de Educação; e Luiz Carlos Carlos Nigro, adjunto de Turismo, devem buscar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Já os secretários Suelme Evangelista Fernandes, de Agricultura Familar; Carlos Avalone Júnior, de Desenvolvimento Econômico; Carlos Brito de Lima, adjunto da Casa Civil; e Leonardo de Oliveira, adjunto de Esporte e Lazer, devem buscar uma vaga na Assembleia.
Para continuar no staff de Pedro Taques, o secretário Domingos Sávio Parreira, de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), entregou seu pedido de desfiliação do Partido Social Democrático (PSD). Por enquanto, Domingos Sávio vai ficar sem filiação partidária, embora tenha convites do PPS e PSB.

RODRIGO SOARES / Redação DS



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